domingo, 28 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
PROMOÇÃO DE PERNILONGO
Gente na boa..
Não aguento mais tanto pernilongo ,tudo bem que durmo coberta até os dentes
mas mesmo assim tem sempre um danadinho pra entrar de baixo da coberta e ficar zunando.
Cruz credo.
Resolvi então vender meus pernilongos ou doar até.
É na base da brincadeira que a gente vive!!
kkkkkkkkkkkkkk
Não aguento mais tanto pernilongo ,tudo bem que durmo coberta até os dentes
mas mesmo assim tem sempre um danadinho pra entrar de baixo da coberta e ficar zunando.
Cruz credo.
Resolvi então vender meus pernilongos ou doar até.
É na base da brincadeira que a gente vive!!
kkkkkkkkkkkkkk
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
O PATINHO FEIO E O VALOR DO RESPEITO
Um artigo do Gabriel Chalita para refletirmos sobre o valor do
respeito ao ser humano. O texto é baseado na história do Patinho Feio.
O Patinho Feio e o valor do respeito
Quem não conhece a história do Patinho Feio? Quem nunca sofreu ou
ao menos se comoveu com sua trajetória de sofrimento apenas por ser
considerado feio e estranho aos seus?
A riqueza da história de Hans Christian Andersen reside na capacidade
de nos tocar profundamente, de despertar em nos o sentimento de
amor
ao próximo, de solidariedade e de respeito as diferenças.
Na história, como na vida real, o preconceito de cor, gênero, credo
ou
classe social, prescinde de lógica e de racionalidade para se
estabelecer.
Não há alegação plausível, nem por parte dos intolerantes, a
capacidade
de refletir sobre a importância do outro como peça fundamental no
jogo
social. Um jogo que necessita das relações de troca, de amizade e de
aprendizado que vem da convivência pacifica entre todos,
independentemente da origem ou da história de cada um.
Seja em casa ou na escola, temos o dever de orientar nossas
crianças
para a aceitação do outro, para a compreensão de que condutas
preconceituosas só colaboram para a degradação das relações e da
sociedade como um todo.
A mensagem de Andersen é clara: a despeito das experiências dolorosas,
temos de continuar acreditando em nós mesmos e também nos outros,
mesmo que, a princípio, pareçam tão diferentes.
Temos de acordar para o fato de que todos podemos ser como cisnes
belíssimos, prontos para aproveitar a primavera e para viver uma vida
pacifíca e digna. A responsabilidade é nossa.
Diz Gabriel Chalita: Devemos estar conscientes da importância de nosso
papel de amparar, reerguer, reavivar os sentimentos, valores e atitudes
que poderão renovar a confiança em dias melhores. Que essa
consciência
seja uma realidade e um estímulo a vocês, companheiros de jornada,
colegas de cena neste teatro fabuloso que é a escola da vida.
(Fonte: Revista Profissão Mestre)
HALLOWEEN E DIA DO SACI
Outros historiadores contam que entre o dia 30 de outubro e o dia 02 de novembro, os galeses e os habitantes das ilhas da Grã-Bretanha realizam o festival de Samhaim, cuja tradução literal seria “Fim do Verão”. Desta forma, durante o pôr-do-sol de 31 de outubro e 01 de novembro era celebrado a Hallow Evening, “Noite Sagrada”, em português. Estima-se que o nome Halloween tenha surgido daí.
Outra hipótese apontada é a de que a expressão Halloween tenha sido criada pela Igreja Católica em uma tentativa de extinguir o Festival de Samhain. A ideia dos católicos era instituir o dia 01 de novembro como o Dia de Todos os Santos – All Hallows’Eve, em inglês. Assim sendo, no dia seguinte ao Hallow Evening, os mártires e santos católicos seriam lembrados e, no dia 02 de novembro, os mortos seriam homenageados no Dia de Finados.
MAS AFINAL, POR QUE DIA DAS BRUXAS?
A expressão Dia das Bruxas é fruto da nossa colonização. Os países europeus mais cristãos como Portugal e Espanha foram muito enfáticos em relação à Inquisição e à abominação das festas e rituais pagãos. As pessoas que participavam dessa festa eram tidas pela Igreja como adoradores do demônio e, por isso, consideradas bruxas.
Os Estados Unidos fugiram dessa ideia negativa porque a festa de Halloween foi trazida pelos imigrantes irlandeses durante o século XIX. Nas ilhas da Grã-Bretanha, a Reforma Protestante (contra a Igreja Católica) teve bastante influência e, por isso, ao chegar à América, a festa tinha o sentido macabro, mas não era relacionada a rituais satanistas.
SÍMBOLOS E TRADIÇÕES
Em todas as crenças relacionadas ao Halloween, apenas uma coisa é certa: a festa tem como tema central a morte. Por esse motivo, os principais símbolos estão relacionados a figuras assustadores como fantasmas, bruxas, caveiras, zumbis, gatos negros, monstros e objetos que ganham forma de gente
Nos EUA, a tradição é uma das preferidas das crianças que se vestem com fantasias e pedem doces na vizinhança, com a famosa frase: GOSTOSURAS OU TRAVESSURAS? Contentes, os pequenos terminam o dia com sacos cheios de balas, chocolates e doces.
Aqui em terras brasileiras, a festa não pode ser vista como tradicional. Mas é bastante conhecida por conta de filmes e escolas de idiomas que sempre comemoram a data. Além disso, o nosso país tende a valorizar a cultura norte-americana, infelizmente. Por conta dessa supervalorização, muitas pessoas acreditam que os brasileiros deveriam simplesmente ignorar a data.
O HALLOWEEN BRASILEIRO: DIA DO SACI
A lenda, de origem indígena, conta a história de um menino que anda com uma perna só, usa gorro vermelho e está sempre com cachimbo na boca. Conta-se que o saci perdeu uma de suas pernas dançando capoeira, porém apesar disso, ele é um menino bastante divertido e brincalhão, que adora pregar peças nas pessoas. Assim, atribui-se às travessuras do Saci-Pererê quando algum objeto some, quando a comida queima e outras brincadeiras.
Para capturar o saci, é preciso jogar uma peneira em um redemoinho de vendo, tirar o seu capuz e prendê-lo em uma garrafa. Somente dessa forma o saci se torna obediente. Diz também a lenda que os Sacis nascem em brotos de bambus, onde vivem sete anos e, após esse tempo, vivem mais setenta e sete para atentar a vida dos humanos e animais, depois morrem e viram um cogumelo venenoso ou uma orelha de pau.
FONTE: PNLD MODERNA
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
SINAIS DE PONTUAÇÃO
Sinais de Pontuação
Pontos de Vista
Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de
Português quando estourou a discussão.
— Esta história já começou com um erro — disse a Vírgula.
— Ora, por quê? — perguntou o Ponto de Interrogação.
— Deveriam me colocar antes da palavra "quando" —
respondeu a Vírgula.
— Concordo! — disse o Ponto de Exclamação. — O certo seria:
"Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro
de Português, quando estourou a discussão".
— Viram como eu sou importante? — disse a Vírgula.
— E eu também — comentou o Travessão. — Eu logo apareci para
o leitor saber que você estava falando.
— E nós? — protestaram as Aspas. — Somos tão importantes
quanto vocês. Tanto que, para chamar a atenção, já nos puseram duas vezes neste
diálogo.
— O mesmo digo eu — comentou o Dois-Pontos. — Apareço sempre
antes das Aspas e do Travessão.
— Estamos todos a serviço da boa escrita! — disse o Ponto de
Exclamação. — Nossa missão é dar clareza aos textos. Se não nos colocarem
corretamente, vira uma confusão como agora!
— Às vezes podemos alterar todo o sentido de uma frase —
disseram as Reticências. — Ou dar margem para outras interpretações...
— É verdade — disse o Ponto. — Uma pontuação errada muda
tudo.
— Se eu aparecer depois da frase "a guerra
começou" — disse o Ponto de Interrogação — é apenas uma pergunta, certo?
— Mas se eu aparecer no seu lugar — disse o Ponto de
Exclamação — é uma certeza: "A guerra começou!"
— Olha nós aí de novo — disseram as Aspas.
— Pois eu estou presente desde o comecinho — disse o Travessão.
— Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um
Ponto, nem uma Vírgula, é preciso os dois — disse o Ponto e Vírgula. — E aí
entro eu.
— O melhor mesmo é nos chamarem para trazer paz — disse a
Vírgula.
— Então, que nos usem direito! — disse o Ponto Final. E pôs
fim à discussão.
Conto de João Anzanello Carrascoza, ilustrado por Will.
Revista Nova Escola - Edição Nº 165 - Setembro de 2003
domingo, 14 de outubro de 2012
OS 10 MANDAMENTOS DOS MÉDICOS DO SUS..
1 – Se você não sabe o que tem,
dá VOLTAREN;
dá VOLTAREN;
2 – Se você não entende o que viu,
dá BENZETACIL;
3 – Apertou a barriga e fez ‘ahhnnn’,
dá BUSCOPAN;

dá BUSCOPAN;
4 – Caiu e passou mal, dá GARDENAL;

5 – Tá com uma dor bem grandona?
Dá DIPIRONA;

Dá DIPIRONA;
6 – Se você não sabe o que é bom,
dá DECADRON;
dá DECADRON;
7 – Vomitou tudo o que ingeriu,
dá PLASIL;
dá PLASIL;
8 – Se a pressão subiu,
dá CAPTOPRIL;
dá CAPTOPRIL;
9 – Se a pressão deu mais uma grande subida,
dá FUROSEMIDA!
dá FUROSEMIDA!
10 – Chegou morrendo de choro,
ponha no SORO.
ponha no SORO.
…e mais…
Arritmia doidona, dá AMIODARONA…
Pelo não, pelo sim, dá ROCEFIN.
…e SE NADA DER CERTO, NÃO TEM
NEUROSE … DIGA QUE:
NEUROSE … DIGA QUE:
É SÓ ESSA NOVA VIROSE!!!
Parece brincadeira mas … é verdade!
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