sábado, 19 de abril de 2014

RECEITAS DE PÁSCOA

OVO FÁCIL

Ingredientes
- 250 g de Cobertura de Chocolate ao Leite Garoto temperada
- 50 g de biscoito biju ou senbei picado

Modo de Preparo:
Misture o biscoito ao chocolate temperado e coloque dentro das cavidades do molde de ovo de 250g até preenchê-las pela metade. Bata o molde levemente para tirar eventuais bolhas. Espere ate o chocolate começar a engrossar e, com a costas de uma colher, espalhe-os do centro para as bordas, ate preencher o molde completamente. Leve para a geladeira virado para baixo até que fique opaco. Desenforme e envolva as cascas com papel chumbo.
Com o restante do chocolate temperado, faça pequenos bombons com 2 colheres de chá em cima de uma placa coberta com papel-manteiga. Deixe secar em geladeira por cerca de 5 minutos ou até endurecer. Recheio o ovo, embrulhe-o com um tecido estampado e finalize com um laço.

Variação: Experimente trocar o biscoito por banana passa picada, suspiros pequenos ou biscoitos Maria ou de arroz.

Dica: Para ter sucesso na hora de moldar esse ovo, a temperatura ambiente deve estar bem fresca (abaixo de 23 °C). Se estiver mais quente, leve o molde à geladeira por 1 ou 2 minutos antes de espalhar o chocolate.

Rendimento: 1 ovo de 300g
Tempo de preparo: 30 minutos

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OVO BRIGADEIRO

Ingredientes:
Brigadeiro mole
- 1 lata de leite condensado
- 2 colheres (sopa) de margarina sem sal (40 g)
- 3 colheres (sopa) de Chocolate em pó Garoto (30 g)
Ovo de Chocolate:
- 350 g Cobertura de Chocolate Meio Amargo Garoto temperada
- 90 g de granulado de chocolate
Materiais necessários:
- 2 moldes para ovo de 250 g
- 1 pincel culinário

Modo de Preparo:
Brigadeiro Mole: Em uma panela, leve todos os ingredientes ao fogo médio e mexa até que fique em ponto de brigadeiro mole, cerca de 15 minutos.
Montagem do Ovo: Separe 50 g do chocolate temperado para a decoração.
Modele os ovos: Preencha o molde com o chocolate virando-a em seguida para retirar o excesso de cobertura. Leve à geladeira por 10 minutos. Recheie os ovos com o brigadeiro mole e cubra com o restante do chocolate. Leve os moldes à geladeira por 5 minutos, vire -os para baixo. O ovo deve permanecer na geladeira até que a cobertura seque completamente (cerca de 20 minutos). Para identificar o momento de retirar o ovo da geladeira, observe se o molde está "opaco".
Decoração: Pincele o chocolate separado por todo o ovo e polvilhe o granulado sobre o chocolate ainda mole.
Finalização: Aqueça uma placa metálica sobre a chama do fogão, apague o fogo e coloque rapidamente as metades do ovo sobre ela, espere derreter levemente e grude as duas metades. Embale

Rendimento: 1 ovo de aproximadamente 600g
Tempo de preparo: 45 minutos

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O Ovo Pé-de-Moleque 

Ingredientes

300 g de Cobertura de Chocolate
Branco Garoto temperada
250 g de Cobertura de Chocolate
ao Leite Garoto temperada
200 g de pé-de-moleque triturado
Materiais
2 moldes para ovo de 250 g

1 - Molde as metades da casca com o chocolate branco, desenforme-as sobre uma base forrada com papel-manteiga e reserve.

2 - Misture o chocolate ao leite temperado com o pé-de-moleque e distribua-o rapidamente sobre as metades da casca emborcadas. Leve à geladeira para que sequem.

3 - Una as metades, embale com papel celofane e mantenha o ovo em local
seco e fresco até o consumo. Variações: substitua o pé-de-moleque por nozes picadas, biscoitos de chocolate sem recheio quebrados ou flocos de arroz.

Rende 1 ovo de 750 g
Receita para iniciantes

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FONTE: BOMBOM  GAROTO

Meu time

domingo, 16 de março de 2014

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)

 Doença pulmonar obstrutiva crônica


Ah pois é o bicho pegou pra mim no dia 27/02/2014 mais uma vez fui internada e nesse dia eu estava "morrendo ",por pouco não fui para  outro plano.
Fui para o smu e já cheguei lá e fui direto para a UTI era urgência.
Estou a 49 dias SEM FUMAR .
Se quiser viver um pouco mais vou ter que ficar sem fumar pelo resto da vida .
Este é meu pensamento .


A doença pulmonar obstrutiva crônica, ou simplesmente DPOC, é termo usado para um grupo de doenças pulmonares caracterizado por obstrução crônica das vias aéreas dentro dos pulmões. Dentro deste grupo, duas doenças se destacam por serem responsáveis por quase todos os casos de DPOC na prática médica:
- Bronquite crônica.
- Enfisema pulmonar.
Para se entender o que é a doença pulmonar obstrutiva crônica é preciso primeiro ter noções básicas da anatomia e do funcionamento dos pulmões.
Quando inspiramos, o ar entra pela nossas vias aéreas superiores e chega à traqueia. Esta bifurca-se, formando os brônquios principais, cada um indo em direção a um pulmão. Conforme avançam para o interior dos pulmões, os brônquios se ramificam em segmentos menores, chamados de bronquíolos, que, por sua vez, terminam nos alvéolos.
Os alvéolos são microestruturas em forma de sacos, altamente vascularizadas, responsáveis pelas trocas gasosas. O sangue que chega aos alvéolos recebe o oxigênio inspirado e entrega de volta gás carbônico para ser exalado na expiração.
Pulmão
Definição de DPOC
A doença pulmonar obstrutiva crônica caracteriza-se por uma limitação da passagem de ar pelas vias respiratórias dentro dos pulmões, principalmente durante a expiração. O ar consegue entrar, mas apresenta dificuldade para sair, ficando preso dentro dos pulmões. Este aprisionamento do ar ocorre pela destruição do tecido pulmonar e perda da elasticidade dos bronquíolos e alvéolos, que acabam por colapsar durante a fase expiratória do ciclo respiratório. A destruição dos bronquíolos e alvéolos também é responsável pela perda de capacidade do pulmão em realizar as trocas gasosas, fazendo com que o paciente não consiga aproveitar o oxigênio respirado, nem expelir adequadamente o gás carbônico (CO2) produzido.
A DPOC costuma ser um doença progressiva causada por uma resposta inflamatória anormal dos tecidos pulmonares após exposição crônica a partículas ou gases nocivos, como o fumo, por exemplo. Cerca de 20% dos fumantes desenvolvem DPOC. Outras causas mais raras de DPOC incluem doenças genéticas como deficiência de alfa-1-antitripsina, exposição crônica a poeira tóxica como nos casos de mineração de carvão, fumaça de soldagem ou fumaça de fogo.
Leia também:
Ao contrário dos quadros de asma comum cuja obstrução só existe durante os períodos de crise, a obstrução do DPOC é constante e irreversível. Bronquite é um termo que significa inflamação dos brônquios. Na asma, a bronquite é aguda e reversível. No DPOC ela é crônica e permanente. Porém, é muito comum esses doentes apresentarem episódios de asma sobrepostos a sua doença, ou seja, uma bronquite aguda em cima de uma quadro de bronquite crônica.
Bronquíolo normal x bronquíolo na DPOC
a) Bronquite crônica
Na bronquite crônica a lesão pulmonar se localiza nos brônquios e bronquíolos, tornando-os cronicamente inflamados, espessos e com constante produção de muco. O paciente com bronquite crônica apresenta além dos sintomas de falta de ar e cansaço, um quadro de tosse crônica com expectoração.
b) Enfisema pulmonar
O enfisema se caracteriza pela destruição e alargamento dos bronquíolos terminais e alvéolos, que perdem sua elasticidade e favorecem o aprisionamento do ar dentro dos pulmões. No enfisema notamos uma hiperinsuflação mantida dos pulmões devido ao ar que nunca sai por completo.
Na prática clínica o que encontramos, na verdade, é um sobreposição entre as duas doenças. O doente com DPOC pode ter um quadro com mais características de bronquite crônica, mas apresenta sempre algum grau de destruição dos alvéolos e hiperinsuflação. O mesmo ocorre no enfisema, que costuma ter também algum grau de produção de muco e tosse crônica. Por isso, o termo DPOC é mais adequado para definir a doença destes pacientes.
Sintomas do DPOC
A maioria dos pacientes que desenvolvem DPOC apresentam um histórico de fumo prolongado, pelo menos 1 maço de cigarros por dia durante 20 anos A doença começa normalmente a se manifestar após os 40 anos de idade. O primeiro sintoma perceptível costuma ser tosse matinal com expectoração. Porém, um sinal que costuma passar despercebido pelo paciente e seus familiares é o sedentarismo progressivo. Devido ao cansaço e a falta de ar que os esforços começam a produzir, o paciente vai progressivamente limitando suas atividades diárias, até o ponto em que, depois de alguns anos, a doença está tão avançada que mesmo em repouso sente-se cansado e com falta de ar. Como o DPOC acomete pessoas mais velhas, o cansaço e a falta de ar aos esforços são normalmente atribuídos ao envelhecimento e ao cigarro, não despertando muita atenção inicialmente 



A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma das doenças pulmonares mais comuns. Ela dificulta a respiração. Existem duas formas principais de DPOC:
O enfisema pulmonar está presente quando parte dos alvéolos pulmonares (diminutos sacos de ar, onde terminam os brônquios e onde ocorre a absorção de oxigênio) são destruídos, ficando muitos dos restantes com o seu funcionamento alterado. 

Na DPOC ocorre uma obstrução ao fluxo normal de ar através dos brônquios.

Esta limitação à passagem do ar não é completamente reversível e, geralmente, vai progredindo com o passar dos anos. Por esse motivo se afirma que a DPOC é uma doença progressiva. No geral, a DPOC desenvolve-se após vários anos de tabagismo, durante os quais o fumo de cigarro, que contém irritantes que inflamam as vias respiratórias, causa alterações que podem conduzir ao aparecimento de danos nas vias aéreas. Estes danos podem ser permanentes.

A doença pulmonar obstrutiva crônica, ou simplesmente DPOC, é termo usado para um grupo de doenças pulmonares caracterizado por obstrução crônica das vias aéreas dentro dos pulmões. Duas doenças se destacam nesse grupo por serem responsáveis por quase todos os casos de DPOC na prática médica:

- Bronquite crônica
- Enfisema pulmonar
Cerca de 10% da população adulta brasileira é portadora da DPOC.
A DPOC é tipicamente uma doença progressiva causada por uma resposta inflamatória anormal dos tecidos pulmonares à exposição crônica a partículas ou gases nocivos, como o fumo, por exemplo. Essa inflamação crônica leva à destruição do tecido pulmonar e perda da elasticidade dos bronquíolos e alvéolos, que acabam por colapsar durante a fase expiratória do ciclo respiratório. A destruição dos bronquíolos e alvéolos também é responsável pela perda de capacidade do pulmão em realizar as trocas gasosas, fazendo com que o paciente não consiga aproveitar o oxigênio respirado, nem expelir adequadamente o gás carbônico (CO2) produzido.

As causas 
O tabagismo é a principal causa, sendo responsável por 90% dos casos de DPOC. Cerca de 20% dos fumantes desenvolvem DPOC. Outras causas mais raras de DPOC incluem doenças genéticas como deficiência de alfa-1-antitripsina, exposição crônica a poeira tóxica como nos casos de mineração de carvão, fumaça de soldagem ou fumaça de fogo.

Sintomas 

A doença geralmente começa a se manifestar após os 40 anos de idade e após um longo histórico de fumo. O primeiro sintoma perceptível costuma ser tosse matinal com expectoração. Porém, um sinal que costuma passar despercebido pelo paciente e seus familiares é o sedentarismo progressivo. Devido ao cansaço e a falta de ar que os esforços começam a produzir, o paciente vai progressivamente limitando suas atividades diárias, até o ponto em que, depois de alguns anos, a doença está tão avançada que mesmo em repouso sente-se cansado e com falta de ar. Como o DPOC acomete pessoas mais velhas, o cansaço e a falta de ar aos esforços são normalmente atribuídos ao envelhecimento e ao cigarro, não despertando muita atenção inicialmente.
Conforme a doença progride, a tosse e a expectoração começam a ficar cada vez mais frequentes. A falta de ar tornar-se limitante. A produção de muco e a destruição dos tecidos pulmonares favorecem o aparecimento de infecções, como pneumonia. O broncoespasmo (chiado no peito) começa a ocorrer com frequência.
Dependendo do tipo de DPOC predominante (bronquite crônica ou enfisema), o paciente pode apresentar duas aparências típicas:
  • O enfisematoso é magro, com a caixa torácica aumentada, chamada de tórax em barril. Seus pulmões aprisionam o ar de forma excessiva, atrapalhando as trocas gasosas. O doente tem dificuldade para pôr o ar para fora, respirando como se estivesse sempre assoprando.
  • O bronquítico crônico costuma ser mais obeso, cianótico (tom arroxeado da pele por falta de oxigenação adequada), com tosse frequente e grande produção de catarro.
O tratamento 


A DPOC não tem cura mas tem tratamento. O tratamento visa retardar a progressão da doença e prevenir os períodos de agravamento e complicações.,

Os medicamentos fundamentais para o tratamento da DPOC são os broncodilatadores, seja para alívio momentâneo seja para tratamento regular.
A via inalatória (aquilo que as pessoas conhecem por “bombas”) é preferencial porque assim conseguimos ter uma dose maior do medicamento nas vias aéreas, onde é necessária, e menos no resto do organismo, onde não tem efeito sobre os pulmões.
Não se deve confundir a utilização dos inaladores para alívio, com a utilização regular de broncodilatadores que também é feita através dos inaladores.
Os principais broncodilatadores são os Beta-agonistas de curta ação (salbutamol, terbutalina), os Beta-agonistas de longa ação (formoterol, salmeterol), os Anti-colinérgicos de curta (ipratrópio) e longa ação (tiotrópio) e a aminofilina/teofilina.
Quando a gravidade aumenta e existem agudizações frequentes da DPOC são usados, em associação aos broncodilatadores, os derivados dos corticoides de forma inalada e que têm efeito tópico, não sendo absorvidos em dose significativa (beclometasona, budesonida, fluticasona). 

              MINHA ESPIROMETRIA 

DIAGNÓSTICO 
O médico faz o diagnóstico baseado nas alterações identificadas no exame físico, aliado às alterações referidas pelo paciente e sua longa exposição ao fumo. O médico poderá, ainda, solicitar exames de imagem ou de função pulmonar, além de exames de sangue. Todos estes exames complementares irão corroborar o diagnóstico de DPOC. Os exames de imagem, como a radiografia ou a tomografia computadorizada do tórax mostrarão alterações características da doença. A espirometria, que é um exame que demonstra como está a função pulmonar, usualmente demonstra a diminuição dos fluxos aéreos. Neste exame, a pessoa puxa o ar fundo e assopra num aparelho que medirá os fluxos e volumes pulmonares. Outro exame importante é a gasometria arterial, em que é retirado sangue de uma artéria do paciente e nele é medida a quantidade de oxigênio. Nas pessoas com DPOC, a oxigenação está freqüentemente diminuída.





FONTE:  GOOGLE E PANFLETOS , LIVROS 
E NO MEU EXAME 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Você já olhou sua janela hoje????



Um casal recém-casado mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
“Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar roupas!”
O marido observou calado. Três dias depois... também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
“Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!”
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passando um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito branco sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
“Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que uma outra vizinha lhe deu sabão? Porque eu não fiz nada.”
O marido calmamente respondeu:
“Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!”
E assim é... tudo depende da janela através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, devemos verificar se fizemos alguma coisa para contribuir e podemos começar verificando nossos próprios defeitos e limitações.
Você já olhou sua janela hoje????
 (autor ignorado)


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Reciclagem artesanal de papel




Todo tipo de papéis que não se usa mais, deve ter como fazer papel reciclado, podendo ser sulfite, correspondências, encartes, entre outros que em outra situação iriam para o lixo. 
O papel nada mais é que um emaranhado de fibras vegetais. Ao transformar papel usado em novo, estamos na verdade desfazendo essa trama e entrelaçando as fibras novamente. A partir do papel artesanal, é possível confeccionar papéis de carta, marcadores de livros, porta-retratos, porta-lápis, capas de caderno, livros, cartões de visitas, envelopes, convites, papel e embalagens de presentes, entre muitas outras possibilidades.

DICAS

RECICLÁVEIS
jornais e revistas, folhas de caderno, formulários de computador, envelopes, rascunhos, caixas em geral, aparas de papel, fotocópias, papel de fax, cartazes e folhetos
NÃO RECICLÁVEIS
papel carbono, fita crepe, papéis metalizados, papéis parafinados, papéis plastificados, papéis sanitários, "papel" de bala, embalagens de biscoitos, papéis sujos, etiqueta adesiva, tocos de cigarro e fotografias
Etapas da reciclagem
Você vai precisar de:
- papéis usados que você descartaria no lixo, como embrulhos, caixas, folhas, envelopes, revistas, sobras de cartolina, cartões, jornais, etc.;
- um recipiente (como lata de leite, vidro grande, etc) para cada tipo de papel;
- liquidificador;
- bacia funda;
- peneira plástica de fundo plano (ou tela pregada em moldura de madeira), que caiba na bacia (com certa folga);
- jornais (para secar os papéis) panos velhos. 
1 - Pique os papéis, cada tipo ou cor numa vasilha com água. Deixe de molho por 24 horas. (O papel pode ficar de molho por semanas, desde que em recipientes limpos). 
2 - Coloque uma xícara deste papel umedecido no liquidificador, com água até 3/4. A própria "água do molho" pode ser aproveitada. Bata a mistura aos poucos e sinta com a mão até obter a textura desejada.
Batendo pouco, você obterá uma mistura com "pedacinhos" do papel original, às vezes até com letras inteiras.
Quanto mais você bater, mais homogênea ficará a mistura. Mas não bata demais; isso deixa o papel quebradiço, e não mais fino.
3 - Despeje o papel batido na bacia com água até a metade. Agite a mistura com a mão para as partículas de papel não assentarem no fundo.
4 - Mergulhe a peneira pela lateral da bacia até o fundo, subindo-a lentamente, sem incliná-la, "pescando" as partículas em suspensão.
Uma camada de papel se forma sobre a peneira.
Se desejar um papel mais grosso, adicione papel batido à bacia, agite e peneire novamente. 
5 - Passe a mão várias vezes sob a peneira inclinada para escorrer a água.
6 - Coloque a peneira sobre jornal, para secar a superfície inferior. Troque o jornal até que este não fique mais molhado.

7 - Ainda sobre o jornal, cubra a peneira com um pano e aperte como uma massa de torta na forma, para secar a superfície superior da folha.
Use vários panos até que estes não fiquem mais molhados. O papel ainda estará úmido, mas não deverá molhar a mão no toque.
8 - Vire a peneira sobre jornal seco e dê vários tapas no fundo. A folha deve soltar. Se o papel estiver muito úmido a folha não cai, (daí desvire a peneira e repita a etapa 7). 

9 - Coloque a folha entre jornais secos, e deixe-a secar até o dia seguinte.
Pronta, esta folha poderá ser escrita, cortada, dobrada , colada, pintada, datilografada, enfim, usada como papel. 
As sobras de papel picado ou batido podem ser peneiradas, espremidas e guardadas em potes tampados para futura reciclagem, ou descartadas separadamente para coleta seletiva e reciclagem industrial. A água que sobra na bacia pode ser despejada no vaso ou no jardim.
Efeitos decorativos

Misture à polpa: linha, gaze, fio de lã, casca de cebola ou casca de alho, chá em saquinho, pétalas de flores e outras fibras.
Bata no liquidificador junto com o papel picado: papel de presente, casca de cebola ou de alho.
Coloque sobre a folha ainda molhada: barbante, pedaços de cartolina, pano de tricô ou crochê. Neste caso, a secagem será natural - não é necessário pressionar com o pedaço de madeira.
Para ter papel colorido: bata papel crepom com água no liquidificador e junte essa mistura à polpa.  Outra opção é adicionar guache ou anilina diretamente à polpa.


FONTE: SETOR  DE  RECICLAGEM 
                RECICLOTECA

Mudei e moro aqui e acola

PREGUIÇA ESTAVA ESCREVENDO E SUMI TUDOOOOOOOOOOO QUE MEDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO AH  Eu estou ótima, vivendo aqui longe,  me amando ,me adoran...