quarta-feira, 27 de março de 2013

DATAS COMEMORATIVAS


Datas Comemorativas


Hoje é dia de quê? 
Qual a importância de saber sobre isso? 
As respostas estão na ponta da língua de quem aprende pensando, debruçado sobre a Cultura e a História Geral, de maneira interdisciplinar principalmente quando os assuntos constam do calendário oficial.

Algumas datas, muitas vezes, passam despercebidas pela maioria das pessoas.

Durante o ano, temos 11 feriados nacionais - na média de um a cada cinco semanas -, um monte de datas para lembrar pessoas (Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, do Índio) e fatos históricos (Descobrimento do Brasil, Proclamação da República). Sem contar os acontecimentos de importância regional. Nada contra eles. O problema é que muitas vezes a escola usa o precioso tempo das aulas para organizar comemorações relacionadas a essas efemérides. O aluno é levado a executar tarefas que raramente têm relação com o currículo. Muitos professores acreditam que estão ensinando alguma coisa sobre a questão indígena no Brasil só porque pedem que a turma venha de cocar no dia 19 de abril - o que, obviamente, não funciona do ponto de vista pedagógico. 
Festas são bem-vindas na escola, mas com o simples - e importante - propósito de ser um momento de recreação ou de finalização de um projeto didático. É a oportunidade de compartilhar com os colegas e com os familiares o que os alunos aprenderam (leia mais no quadro abaixo). No entanto, não é isso que se vê por aí. A seguir, os dez principais equívocos dos eventos escolares.


10 erros mais comuns nas festas escolares

Aulas perdidas, desrespeito à diversidade cultural e à liberdade religiosa... Saiba como evitar esses e outros equívocos


1. Usar as datas festivas como base para o currículo
Essa palavra estranha tem origem na astronomia e dá nome a uma tabela que informa a posição de um astro em intervalos de tempo regularmente espaçados. No popular, o termo é usado no plural e significa a seqüência de datas lembradas anualmente. Algumas têm dia fixo (Independência, Bandeira); outras, não (Carnaval, Dia das Mães). Até aí, nada de mais. O problema é quando a escola usa tudo isso como base para montar o currículo. "Planejar o ano letivo seguindo efemérides desfavorece a ampliação de conhecimentos sobre fatos e conceitos", afirma Marília Novaes, psicóloga e uma das coordenadoras do programa Escola que Vale, de São Paulo. Exemplo? Dia do Índio. A lembrança não envolve estudos sobre as questões social, histórica e cultural das nações indígenas brasileiras. Para haver aprendizagem, é preciso muita pesquisa e mais do que um dia festivo. Outro caso? Folclore. A escola é invadida por cucas, sacis e caiporas em agosto, já que o dia 22 é dedicado a ele por decreto. Ora, se o planejamento prevê o uso de parlendas e trava-línguas durante o processo de alfabetização e de estruturas narrativas, no ensino de Língua Portuguesa, que tragam informações sobre tradições, crenças e elementos da cultura popular, isso basta para que o tema seja tratado em qualquer época. Sem contar os tópicos cuja expressividade é questionável (Semana da Primavera) ou controversa, como o Dia dos Pais e o das Mães: "Enfatizar datas comerciais como essas é ignorar as mudanças no perfil da família brasileira, que nem sempre conta com as duas figuras em casa", completa a psicóloga.

2. Desrespeitar a liberdade religiosa
Dos 11 feriados nacionais, cinco têm origem no catolicismo (Páscoa, Corpus Christi, Nossa Senhora Aparecida, Finados e Natal). As escolas que seguem essa religião lembram as datas. O problema é que as escolas públicas também. Segundo a Constituição da República, o Brasil é um Estado laico, ou seja, sem religião oficial. Porém, em quase todas as unidades de ensino há algum tipo de comemoração: as crianças da Educação Infantil (não importa se têm ou não religião) se fantasiam de coelhinho e pintam ovos em papel mimeografado. No fim do ano, uma árvore de Natal, com bolas e luzes, é montada na recepção ou no pátio. Segundo o censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nos anos 1990, a maioria da população brasileira (73%) é católica. Mas uma escola inclusiva não esquece que os filhos dos 15% de evangélicos e dos 12% de seguidores de outros cultos ou não pertencentes a um deles também estão na sala de aula, certo? Para Renata Violante, consultora pedagógica do Instituto Sangari, em São Paulo, os educadores não podem dar a entender que uma religião é superior a outra (quais são mesmo as datas importantes para espíritas, judeus, budistas, islâmicos e tantos outros?). Existem espaços próprios para cultos. Definitivamente, a escola não é um deles. As festas juninas são um caso à parte: elas se tornaram uma instituição e perderam o vínculo religioso. O enfoque folclórico, resgatando alguns hábitos e brincadeiras e a culinária do homem do campo, torna as mais democráticas.

3. Confundir o currículo e o tema da festa
A festa não ter relação com o currículo é um problema. Mas outro tão grave quanto é usá-la como pretexto para ensinar. "Já que temos de fazer bandeirinhas para enfeitar barraquinhas, então vamos aproveitar para ensinar geometria", pensam alguns professores bem-intencionados, esquecendo que um ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma seqüência lógica que leve à construção do conhecimento. É como se, de repente, estimar a quantidade de pipocas no saquinho virasse conteúdo de Matemática.
4.  Subaproveitar as aulas de Arte
Não raro, o espaço que seria utilizado para essa disciplina é convertido em oficina de enfeites. Para colocar o aluno em situação de aprendizagem, é papel do professor de Arte propor atividades que favoreçam o percurso criador. "A subjetividade não pode ser ofuscada pelo sentido objetivo e funcional do ornamento, com caráter unicamente estético", afirma José Cavalhero, coordenador pedagógico do Instituto Rodrigo Mendes, em São Paulo. Na confecção de bandeirinhas, por exemplo, as crianças são orientadas a seguir um modelo preestabelecido sem dar espaço a suas marcas pessoais nem enfatizá-las. O modelo, que serviria apenas como referência para a elaboração de outras possibilidades, vira matriz para cópias - e a arte é um procedimento mais abrangente do que isso. A produção do estudante deve ter um propósito maior do que atender à expectativa do professor. "Caso a ocupação do ambiente festivo seja encarada como uma instalação ou intervenção artística, aí, sim, o aluno aprende em Arte", afirma Cavalhero.

5.  Estereotipar os personagens
Caipira com dente preto e roupas remendadas em junho, cocares e instrumentos de percussão em meados de abril. Esses estereótipos não correspondem à realidade. Homens e mulheres que moram no interior não se vestem dessa maneira, e os índios brasileiros vivem em contextos bem diferentes. "É inconcebível se divertir com base em elementos que remetem à humilhação e à ridicularização do outro", diz Mario Sérgio Cortella, filósofo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Em sua opinião, essas práticas destoam da intenção educativa acolhedora e pluralista, pois, toda vez que se trata o outro com estranhamento, se promove a idéia de que há humanos que valem mais e outros, menos. "Quadrilha, sim, mas sem maquiagem nem fantasias grotescas que humilhem o homem do campo", completa Cortella.

6. Obrigar todos a participar
"Professora, não quero dançar", diz um. "Tenho vergonha de falar na frente de todo mundo", avisa outro. Quem já não ouviu essas frases dias antes de um evento escolar? Quando a festa nada tem a ver com a aprendizagem, os alunos não são obrigados a participar. Nesses casos, é proibido causar qualquer tipo de constrangimento a eles. Cabe ao professor colocar pouca ênfase nos momentos não relacionados ao aprendizado. "Imagine o que uma criança sente quando é colocada à força no meio da quadrilha. É uma atitude desrespeitosa com os sentimentos e a individualidade dela", afirma Maria Maura Barbosa, do Centro de ocumentação para a Ação (Cedac), de Paraupebas, a 700 q uilômetros de Belém. Ela afirma ainda que alguns pais optam por não se envolver por razões financeiras. "Quem não tem condição de arcar com uma fantasia para os filhos fica envergonhado e não participa. Fala-se tanto em inclusão, mas as festas às vezes excluem."

7. Não ter uma finalidade certa para os recursos arrecadados
Pequenas reformas, mobiliário novo, material pedagógico... Quando a verba que vem da secretaria não dá para comprar tudo, pensa-se em festa para arrecadar fundos. A comunidade é convidada, participa, gasta, e muitas vezes não fica sabendo o destino dos recursos. Pior, às vezes o dinheiro que seria usado na ampliação da biblioteca ou na compra de computadores vai para outro fim. A solução é divulgar o objetivo da iniciativa e prestar contas quando o bem for adquirido. Em tempo: a arrecadação sempre aumenta quando bebidas alcoólicas são vendidas. Renata Violante não acredita em meio-termo: "A bebida deve ser proibida. Os diretores que inventem outras maneiras de obter mais dinheiro".

8. Ter como objetivo principal apenas atrair os pais
Eles não costumam ir às reuniões, não conversam com os professores sobre o avanço dos filhos e mal conhecem a escola. Os diretores pensam: "Quem sabe, para se divertirem, os pais venham até nós". Embora os momentos de confraternização com os familiares sejam importantes, eles não devem ser a única maneira de envolvê-los. Reuniões marcadas com antecedência e planejadas para compartilhar o processo de aprendizagem e a produção intelectual, artística e esportiva das crianças são as iniciativas que exibem os melhores resultados quando o objetivo é atrair e conquistar as famílias.

9. Usar as festas como única maneira de socializar a aprendizagem
Um dos objetivos da escola deve ser exibir a produção intelectual e artística do aluno, principalmente aos pais, nas mais variadas ocasiões. Fazer uma festa é apenas uma possibilidade, por isso não deve ser usada em excesso. Geralmente, o caráter de recreação costuma dificultar a apresentação dos saberes. "Já feiras e exposições favorecem o foco no conhecimento e permitem ainda situações de comunicação oral formal, importante maneira de compartilhar o aprendizado", explica Maura Barbosa, do Cedac. Exemplos: um seminário sobre um conteúdo trabalhado em Ciências ou um sarau de poesia. (E, depois disso tudo...)

10. Jogar tempo fora
Usar a sala de aula ou o período que deveria ser dedicado a atividades pedagógicas para os preparativos é um desrespeito com as crianças e com o compromisso que a escola tem de ensinar. "O diretor raramente investe na ref lexão sobre os indicadores de aprendizagem dos alunos o mesmo tempo que gasta com a produção dos eventos. O professor, por sua vez, deixa de promover situações intencionais de ensino", afirma Maura. Se a festa não é concebida como maneira de contextualizar os conteúdos aprendidos, ela deve ser organizada sempre em horários alternativos aos das aulas.
Tem de ter festa!
Ninguém é contra festas, desde que elas sejam para recreação pura e simples ou uma maneira de socializar o aprendizado. As do primeiro tipo podem envolver todos e ser muito divertidas, desde que não ocupem o tempo de sala de aula na organização. Já as que são planejadas para finalizar o estudo de determinado conteúdo exigem muito preparo. Quando o evento faz parte do projeto didático, o tema precisa ser previsto no currículo (e é dispensável a relação com efemérides) e nada mais justo do que usar o tempo de sala de aula para a sua produção (que também envolve aprendizado). Antes de bolarem o evento junto com o professor, os alunos certamente serão convidados a pesquisar, levantar hipóteses, realizar diversos tipos de registros e trocar conhecimentos com os colegas. Já que a festa é uma das etapas do processo, fica proibido deixar alguém de fora. Se um aluno não quiser participar por qualquer motivo, cabe ao professor envolvê-lo e ajudá-lo a superar as dificuldades que surgirem, seja em relação a timidez, seja em relação a habilidades de comunicação.








FONTE: REVISTA ESCOLA

DIA DO CIRCO





Piolim – o maior palhaço do Brasil
O dia do circo foi criado em homenagem ao palhaço Piolim, Abelardo Pinto, que comandou o circo Piolim por mais de trinta anos.
Seu pai havia sido dono de circo quando Abelardo ainda era pequeno, local onde aprendeu a tocar violino, a fazer contorcionismos e acrobacias.
A data foi instituída em razão de seu nascimento, no ano de 1897, em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.
Abelardo chegou a fazer espetáculos beneficentes, junto com um grupo de artistas espanhóis, que lhe deram o apelido de Piolim, que significa barbante, devido às pernas compridas e também por sua magreza.
Piolim era engajado com os movimentos artísticos e culturais, sempre preocupado em divulgar a arte como forma de expressão cultural.
Foi homenageado pelos intelectuais da semana de arte moderna (Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfati, e outros) em 1922, como o maior artista popular brasileiro.
Em dois de agosto de 1931 recebeu uma homenagem de Mário de Andrade, através de uma crônica que demonstrava seu encantamento com a arte do circo de Piolim.
Um dos maiores sonhos desse palhaço era montar uma escola circense, para manter as tradições artísticas e culturais do circo, mas morreu antes de concretizá-lo, aos 76 anos de idade, no ano de 1973.
FONTE:
 Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


domingo, 10 de março de 2013

Caderno de Boas Práticas dos Professores Alfabetizadores das Escolas de Minas Gerais




Caderno de Boas Práticas dos Professores Alfabetizadores das Escolas de Minas Gerais
O conteúdo deste trabalho foi produzido a partir de entrevistas e workshops em que as atuais práticas dos professores alfabetizadores e algumas práticas internacionais foram debatidas, detalhadas e exemplificadas.

Este Caderno não pretende ser uma "receita pronta e engessada", mas, sim, um instrumento para guiar o professor alfabetizador na condução de um trabalho de sala de aula organizado e voltado para atingir o melhor rendimento dos alunos.

É importante ressaltar que este Caderno estará sempre aberto à complementação, a partir da experiência e contribuição de professores que obtenham sucesso por meio de outras práticas.

As próximas páginas apresentam boas práticas com enfoque pedagógico apontadas e implementadas por professores alfabetizadores que alcançaram bons resultados na aprendizagem e nas avaliações dos alunos.
Instruções sobre como utilizar o Caderno de Boas Práticas
1-Planejamento das Aulas

Utilização das mais apropriadas e eficazes práticas e técnicas de ensino, em consonância com as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas em cada etapa da vida escolar do aluno.


2-Ensino e Avaliação da Aprendizagem

Acompanhamento da aprendizagem e dos resultados individuais dos alunos em relação às metas de proficiência.
Análise do desempenho dos alunos de forma a evidenciar a evolução e o crescimento dos mesmos.
Intervenções pedagógicas necessárias.

3-Domínio de Turma

Formação integral dos alunos através do desenvolvimento de capacidades, valores e posturas.
Desenvolvimento do processo pedagógico.


4-Engajamento com a equipe da escola e desenvolvimento profissional

Inclusão dos pais na aprendizagem dos filhos.
Envolvimento da comunidade nas atividades escolares.


5-Engajamento dos pais e da comunidade

Participação ativa no desenvolvimento de uma equipe pedagógica alinhada com os objetivos da escola maximizando os resultados esperados.
Sugestão para utilização deste Caderno

1-Fazer um diagnóstico simples de como a turma sob sua responsabilidade estarão em relação aos 5 eixos fundamentais.

2-Levantar os pontos fortes e os pontos a serem trabalhados

3-Dentro de cada um dos eixos, selecionar as boas práticas que mais poderão contribuir para a melhoria dos pontos a serem trabalhados.

4-Para cada boa prática selecionada, definir ações para a implementação das mesmas. Estas ações podem ser inspiradas nos exemplos práticos contidos neste Caderno, na experiência pessoal do professor e em outras fontes de pesquisa.

5-Elaborar um Plano de Trabalho que contenha as ações a serem implementadas, prazos e responsáveis por desenvolvê-las.

6-Implementar o Plano de Trabalho.


1-PLANEJAMENTO DE AULAS
BOAS PRÁTICAS
1.1-Usar materiais didático-pedagógicos adequados

AÇÕES CONCRETASConhecer o Projeto Pedagógico da Escola.
Elaborar planos didáticos considerando o Projeto Pedagógico da Escola e de acordo com os eixos e competências do currículo da SEE, baseando-se, para isto, nos Cadernos da SEE/ CEALE e nos Guias do Alfabetizador.
Fazer uso do acervo bibliográfico, literário, multimídia e tecnológico existente na escola.
Buscar outras fontes que possam auxiliar no planejamento, como livros didáticos, revistas pedagógicas, dentre outros.
BOAS PRÁTICAS
1.2-Fazer roteiros/planos de aula, com uma seqüência lógica de atividades

AÇÕES CONCRETAS

Fazer avaliação diagnóstica dos alunos para conhecimento de suas necessidades de aprendizagem, tendo em vista as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas.
Elaborar os roteiros de aula (Plano de aula), considerando a realidade de sua turma e as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas, a cada etapa da vida escolar.
Selecionar estratégias e confeccionar recursos materiais para o desenvolvimento das aulas.
Utilizar o Planejamento Bimestral como base para o roteiro/Plano de aula.
Elaborar e discutir o roteiro/plano de aula, em conjunto com o Especialista (Supervisor Pedagógico).
Participar de reuniões semanais com especialistas e demais professores, para discutir, avaliar e replanejar ações pedagógicas.
BOAS PRÁTICAS

1.3-Buscar as metodologias adequadas de ensino para desenvolver a aprendizagem dos alunos.AÇÕES CONCRETAS

Conhecer os diferentes métodos de alfabetização e de ensino e adaptar à realidade da turma e dos alunos, favorecendo o desempenho satisfatório dos mesmos.
Usar diferentes recursos, estratégias e metodologias para que todas as crianças possam aprender.
Elevar a autoestima dos alunos, através de elogios e validação das atividades realizadas.
Realizar em sala de aula atividades de diferentes níveis, graduando as dificuldades, a fim de proporcionar o sucesso de todos os alunos.
Incentivar e organizar a participação dos alunos de turmas mais avançadas, como monitores, auxiliando os professores alfabetizadores.
Proporcionar aulas de reforço para os alunos dentro do Plano de Intervenção Pedagógica, com a atuação sistemática dos educadores que estejam fora de sala de aula em atendimento aos alunos no turno ou extra turno.
Atender de forma individualizada os alunos que apresentam maiores dificuldades de aprendizagem.

BOAS PRÁTICAS
1.4-Planejar as atividades levando em conta o contexto social de sua turmaAÇÕES CONCRETAS
Conhecer a realidade cotidiana em que os alunos vivem.
Planejar as atividades a serem desenvolvidas em sala de aula, levando em conta fatores contextuais, psicológicos, sociais e biológicos que possam influenciar a aprendizagem das crianças. Por exemplo: trabalhar propaganda política como gênero textual na época da eleição, atividades de conscientização e prevenção à dengue, movimentos e atividades pedagógicas com temas ecológicos,entre outros.
Desenvolver, com os alunos, oficinas de leitura e produção de textos, utilizando-se de textos de vários gêneros e considerando os diversos portadores de texto que circulam no universo social.
Usar recursos que a comunidade oferece para criar aulas diferenciadas, criativas e próximas da realidade.

BOAS PRÁTICAS
1.5-Promover um ambiente alfabetizador na sala de aulaAÇÕES CONCRETAS

Afixar e usar, durante a aula, cartazes, calendários, trabalhos de aluno, revistas, entre outro que estejam ligados às atividades a serem feitas com os educandos.
Construir dentro da sala de aula o “Cantinho da leitura” renovável, com diferentes gêneros e portadores de texto, conforme o Planejamento .
Conscientizar toda comunidade escolar sobre a importância da manutenção do material visual produzido e exposto dentro da sala de aula.
Construir com os alunos etiquetas para objetos, móveis e materiais que compõem o ambiente de sala de aula.
Disponibilizar em sala de aula textos para o trabalho com a linguagem: receitas culinárias, regras de jogo, embalagens e rótulos, anúncios, slogans, folhetos, cartas, bilhetes, cartões, convites, textos de jornais e revistas, adivinhas, contos, romances, lendas, fábulas, textos didáticos e informativos, dentre outros.
Transformar a sala de aula num espaço rico, bonito e incentivador da aprendizagem da leitura e da escrita.
2-Ensino e Avaliação da AprendizagemBOAS PRÁTICAS2.1Desenvolver a oralidade dos alunos
AÇÕES CONCRETASPromover situações para que os alunos falem em público e ouçam os colegas com respeito, dando oportunidade e estimulando a participação de todos.
Desenvolver atividades que envolvam declamar poesia, apresentar jograis, cantar, contar e dramatizar histórias, ler bilhetes, mensagens, avisos e notícias com entonação e ritmo adequados.
Realizar atividades de livre expressão (desenho, pinturas, recorte e colagem) e fazer apreciação dos trabalhos realizados.
Incentivar o aluno a práticas da oralidade em:
Palco de leitura – Espaço dentro da sala de aula em que os alunos lêem textos para os colegas
“Mala Viajante” – Uma mala contendo livros que cada dia fica com um aluno e ele conta uma história para a família, para amigos e, ao retornar com a mala, passa a sua experiência aos colegas e à professora.
Hora do Conto – o aluno conta a história e a família participa.
Momento “Conto de Fadas” – os alunos lêem contos para os colegas, havendo um rodízio diário dos alunos leitores.
Promover oficinas de teatro e dramatizações.
Planejar e desenvolver trabalhos pedagógicos, pesquisas, individualmente ou em grupos, sobre as datas comemorativas locais e nacionais.
Organizar auditório com a participação das turmas e tendo os pais na platéia, para culminância dos projetos desenvolvidos no período escolar.

BOAS PRÁTICAS2.2-Promover contato dos alunos com diferentes gêneros e portadores de texto

AÇÕES CONCRETAS

Desenvolver atividades de leitura e de escrita com diferentes gêneros, conforme o tema a ser trabalhado naquele período.
Proporcionar situações prazerosas de leitura, ambiente de alegria e afeto.
Promover oficinas de leitura e escrita com vários gêneros textuais que circulam na sociedade.
Transformar a sala de aula em oficina de textos e de ação social (prestar informações, comunicados, classificados, anúncios, avisos em rádio e jornal).
Desenvolver estratégias de leitura, trabalhando as estruturas linguísticas de forma contextualizada, dando funcionalidade aos textos.
Apresentar os diversos portadores de textos como jornais, revistas, livros para que os alunos percebam aí os gêneros de que faz uso a sociedade, suas características e funções.


BOAS PRÁTICAS

2.3-Indicar livros clássicos e contemporâneos condizentes com objetivos pedagógicos a serem alcançados

AÇÕES CONCRETAS
Indicar livros clássicos e contemporâneos para as crianças, condizentes com a faixa etária, interesse dos alunos e objetivos pedagógicos a serem alcançados.
Organizar momentos de leitura livre (pique-nique)
Dispor de acervo literário, em sala, para que os alunos possam conviver com os livros e com a leitura por prazer.
Realizar maratonas literárias por autor, tema conforme a intenção pedagógica.
Organizar sessões de Filmes com os clássicos da literatura e os contemporâneos, de acordo com a faixa etária e a proposta pedagógica.

BOAS PRÁTICAS

2.4-Incluir atividades lúdicas no processo de aprendizagem

AÇÕES CONCRETAS

Desenvolver aulas com músicas, cantos, atividades com palavras cruzadas jogos de leitura e de matemática.
Disponibilizar jogos de dama, de xadrez e demais jogos de lazer e pedagógicos durante o recreio.
Possibilitar aos alunos a ida à biblioteca também na hora do recreio, tendo a presença de um educador para atendê-los e orientá-los.
Criar situações de interdisciplinaridade com os demais professores como de Educação Física, Arte e Ensino Religioso.

BOAS PRÁTICAS2.5-Propiciar situações reais e hipotéticas para que os alunos resolvam problemas

AÇÕES CONCRETAS

Promover atividades de leitura e interpretação em que os alunos trabalhem com dados, gráficos, tabelas para busca de solução para o problema detectado (rendimento escolar, alunos faltosos, falta de produtos no mercado).
Promover atividades que desafiem os alunos a desenvolver pensamento crítico, criativos e científicos.
Trabalhar o raciocínio com jogos e desafios matemáticos.
Propiciar ao aluno situações problema para produção de gráficos na prática. (quantidade de alunos, idade, aniversários, preferências)
Utilizar o material dourado (caixa com peças representando unidades, dezenas, centenas, para a interpretação física das operações matemáticas, etc).

BOAS PRÁTICAS

2.6-Utilizar a tecnologia da informação e comunicação como recurso didático-pedagógico

AÇÕES CONCRETAS
Produzir e enviar e-mail.
Digitar textos produzidos em sala.
Buscar capacitação para utilizar a informática como recurso pedagógico para a aprendizagem.
Incentivar e promover o uso consciente da internet como fonte de estudo e pesquisa dos alunos.
Usar “data show”, projetores, televisões, computadores para tornar a aprendizagem dos alunos mais interessante.


BOAS PRÁTICAS

2.7-Usar diferentes espaços na escola e na comunidade para atividades pedagógicas

AÇÕES CONCRETAS
Levar os alunos para biblioteca, quadra, horta, galinheiro, ou qualquer espaço diferente que haja na escola e desenvolver atividades criativas de aprendizagem
Planejar e agendar com antecedência as visitas aos espaços da comunidade e da escola.
Definir e planejar pedagogicamente as excursões externas com o Especialista e os alunos.
Buscar parcerias fora da escola, juntamente com o Diretor e especialista, para que possam proporcionar transporte ou os meios necessários para viabilizar as visitas a bibliotecas municipais, zoológicos, corpo de bombeiros, aeroportos.
Trabalhar comportamento dos alunos em outros ambientes e situações

BOAS PRÁTICAS
2.8-Planejar e desenvolver avaliações diagnósticas e processuais para identificar as necessidades dos alunos, para orientar o planejamento das aulas e das intervenções pedagógicas necessárias.

AÇÕES CONCRETAS
Utilizar os resultados da avaliação diagnóstica para planejamento das aulas e implementação das intervenções pedagógicas adequadas.
Organizar os alunos de acordo com as dificuldades específicas e ajustar as atividades em sala de aula às capacidades a serem consolidadas.
Promover atividades com grupos de alunos para que realizem atividades diferenciadas em função das aprendizagens necessárias naquele momento.
Orientar os alunos individual e coletivamente na produção dos trabalhos escolares e oferecer oportunidades para alunos reverem e refazerem seus trabalhos.

BOAS PRÁTICAS

2.9-Manter um registro do desempenho dos alunos e se apoiar nele para planejar intervenções pedagógicas.

AÇÕES CONCRETASMapear o desempenho dos alunos por eixos e capacidades consolidadas.
Usar cadernos das avaliações, diários, testes, provinhas, observações, fichas de desempenho em leitura, em escrita e em conhecimento matemáticos para avaliação dos alunos.
Promover atividades em duplas, escolhidas estrategicamente, para estimular a ajuda entre os alunos, observando o desempenho.
Arquivar em uma pasta as atividades realizadas pelos alunos.
Mapear as dificuldades e a aprendizagem dos alunos para direcionar as atividades de intervenção pedagógica e para direcionar o processo de aprendizagem.
Arquivar as avaliações dos alunos e entregar para os pais nas reuniões gerais.
Elaborar gráficos do desempenho nas aprendizagens e consolidação das capacidades previstas para o período juntamente com os alunos.
Elaborar e implementar o Plano de Intervenção Pedagógica.

BOAS PRÁTICAS2.10-Usar a avaliação contínua para monitorar a aprendizagem dos alunos, identificar suas dificuldades e planejar as aulas e as atividades

AÇÕES CONCRETAS
Ouvir a leitura dos alunos e preencher a ficha de leitura com as informações quanto ao desempenho, efetuando a intervenção em sala e fora dela com a ação sistemáticas dos educadores que estão fora de sala.
Entender e usar os resultados das avaliações externas e internas para avaliar a eficácia do ensino da escola e planejar intervenções pedagógicas.
Realizar avaliação diagnóstica visando detectar as capacidades não consolidadas e as consolidadas pela turma.
Levantar questões com maior índice de erros para alinhar o plano de trabalho.
Usar a Provinha Brasil como diagnóstico.
Selecionar atividades para o desenvolvimento das capacidades não consolidadas nas avaliações.
Definir os objetivos das práticas de ensino em sala de aula de acordo com as metas de proficiência da escola.

Aplicar a metodologia utilizada nas avaliações externas nas avaliações internas, buscando ajustar o ritmo da aprendizagem, tendo em vista as capacidades a serem consolidadas no período.
Responsabilizar-se pelos resultados acadêmicos dos alunos, dando acompanhamento e fazendo intervenção adequada no momento certo.
Fazer com o aluno a transposição da letra de forma para a cursiva, trabalhando o traçado de cada letra em todas as oportunidades de escrita cursiva.
Garantir a qualidade e organização dos registros das atividades no caderno dos alunos (margem, espaçamento, alinhamento, escrita conforme as convenções gráficas).
Utilizar-se de todas as práticas pedagógicas para acompanhar os processos de aprendizagem do aluno com a finalidade de compreender como esse aluno está elaborando seu conhecimento, entendo o significado do seu desempenho para fazer ajustes no processo de ensino e aprendizagem.

3-Domínio de turma BOAS PRÁTICAS

3.1-Estabelecer um clima positivo de respeito e colaboração entre o professor e os alunos.

AÇÕES CONCRETASApoiar os alunos em suas dificuldades ajudando-os a prosseguir aprendendo.
Nunca desmerecer o aluno, principalmente diante dos pais, embora suas dificuldades devam ser sempre discutidas.
Trabalhar com expectativas positivas desde o primeiro dia “para que o aluno tenha sucesso em sua aprendizagem”.
Manter maior proximidade dos alunos, observando-os com afeto.
Respeitar as diferenças individuais, viabilizando crescimento e aprendizagem a todos os alunos.

BOAS PRÁTICAS

3.2-Incentivar os alunos a ajudarem uns aos outros.

AÇÕES CONCRETAS

Promover o trabalho em equipe e estimular ajuda mútua entre os alunos.
Organizar os grupos de trabalho conforme a intenção pedagógica.

BOAS PRÁTICAS

3.3-Construir normas de comportamento ético-moral e de combate à discriminação junto com os alunos

AÇÕES CONCRETAS

Conhecer a realidade cotidiana em que os alunos vivem.
Planejar as atividades a serem desenvolvidas em sala de aula, levando em conta fatores contextuais, psicológicos, sociais e biológicos que possam influenciar a aprendizagem das crianças. Por exemplo: trabalhar propaganda política como gênero textual na época da eleição, atividades de conscientização e prevenção à dengue, movimentos e atividades pedagógicas com temas ecológicos,entre outros.
Desenvolver, com os alunos, oficinas de leitura e produção de textos, utilizando-se de textos de vários gêneros e considerando os diversos portadores de texto que circulam no universo social.
Usar recursos que a comunidade oferece para criar aulas diferenciadas, criativas e próximas da realidade.

BOAS PRÁTICAS3.4-Criar respostas eficazes à quebra de regras de convivência.

AÇÕES CONCRETAS

Falar com firmeza, sem agressividade e com respeito.
Chamar os pais para conversas individuais discutindo, entre outros assuntos, a importância de definir limites na escola e na família.
Proporcionar aos alunos oportunidades de conversar, de pedir desculpas e discutir situações de desentendimento, de se ajudar mutuamente.
Discutir com os alunos os combinados e as medidas para situações de descumprimento dessas regras coletivas.

BOAS PRÁTICAS

3.5-Acreditar na capacidade de seus alunos e persistir para que todos aprendam.

AÇÕES CONCRETAS

Observar os alunos em suas atividades, objetivando detectar problemas de saúde, e comunicar aos pais para possíveis encaminhamentos.
Possibilitar a participação efetiva de todos os alunos nas atividades escolares.
Reconhecer talentos e aprendizagem dos alunos, acompanhar e elogiar os seus avanços para fortalecer a sua autoestima.
Adaptar as atividades de sala de aula para incluir alunos com necessidades educacionais especiais.
Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem de cada aluno: “nenhum a menos”.
Promover ações pedagógicas como festivais de música, poesias, dança, torneios esportivos, olimpíadas do conhecimento, oficinas de arte, de trabalhos manuais para descobrir talentos e promover aprendizagens dos alunos.


4-Engajamento dos pais e da comunidadeBOAS PRÁTICAS
4.1-Manter uma boa comunicação com os pais.

AÇÕES CONCRETAS

Planejar as reuniões, fazer convites em tempo hábil e realizar os encontros de forma acolhedora e produtiva.
Informar nas reuniões gerais os objetivos, plano de trabalho, regras, práticas, avaliações e expectativas em relação ao desempenho dos alunos.
Atender aos pais ou responsáveis com cordialidade, presteza e respeito considerando-os parceiros.
Combinar com o Diretor e Especialista da Escola, antes de se comunicar diretamente com os pais.
Tratar os casos especiais antes das reuniões gerais e, se for o caso, conversar individualmente com os pais.
Informar e discutir com os pais os resultados do desempenho dos alunos nas avaliações realizadas nos períodos definidos no Calendário Escolar.
Discutir e envolver os pais e comunidade no cumprimento das metas de proficiência e de desempenho dos alunos e metas da Escola.

BOAS PRÁTICAS

4.2-Solicitar e possibilitar a participação dos pais e da comunidade.

AÇÕES CONCRETAS
Solicitar a colaboração e o acompanhamento das famílias ao aluno no cumprimento das tarefas de casa, no desempenho escolar e na observação e avaliação.
Possibilitar aos pais participar das atividades da escola que envolvem interação com a família.
Incentivar a participação das famílias nas atividades culturais, recreativas e de convivência com os alunos.
Promover a participação dos pais e comunidade nas atividades de preparação e de realização dos eventos.
Buscar, em conjunto com o Diretor, parcerias e oportunidades na comunidade, para os alunos aprenderem fora da escola, como: parceria com bibliotecas públicas, museus, teatros, cinemas

5-Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento ProfissionalBOAS PRÁTICAS

5.1-Participar de atividades coletivas e interagir com os colegas.

AÇÕES CONCRETAS

Participar construtivamente das reuniões de módulo II organizadas na escola, expondo seus projetos e suas descobertas e compartilhando práticas pedagógicas exitosas.
Participar de trabalhos coletivos de planejamento e desenvolvimento de ações, projetos, avaliações e atividades que visem à formação e ao sucesso escolar dos alunos.
Refletir sobre questões pedagógicas da escola e buscar, em conjunto, com os colegas e Especialista, as soluções.

BOAS PRÁTICAS
5.2-Procurar aperfeiçoamento contínuo através de leitura, participação de encontros, reuniões, congressos e estudo de materiais específicos

AÇÕES CONCRETAS

Estudar os materiais pedagógicos institucionais da SEE como o Caderno de Alfabetização da SEE/CEALE, Guias do Alfabetizador, Boletim Pedagógico do Proalfa, dentre outros.
Estudar os materiais indicados individualmente e participar das discussões coletivas a respeito deles.
Ler artigos na Internet sobre Educação, Avaliação, Ensino e Aprendizagem, Alfabetização, em revistas como Presença Pedagógica, Ciência Hoje, Nova Escola, na Internet, em Livros e em outros portadores.
Visitar o site do CRV e utilizar os estudos de caso e outros materiais buscando o desenvolvimento profissional e novas ideias (endereço: http://crv.educacao.mg.gov.br/)
Utilizar o Portal do Professor que possui conteúdo sobre planos de aula, experiências e projetos de todas as SEE, bem como os demais sites disponíveis na internet. (endereço: http://portaldoprofessor.mec.gov.br)
Estudar temas e atividades curriculares que serão discutidas com os alunos, preparando-se para o trabalho em sala, com competência.
BOAS PRÁTICAS
5.3-Buscar autoavaliações e “feedbacks”.
AÇÕES CONCRETASSolicitar e ouvir opiniões dos pais, a respeito do seu desempenho em sala de aula.
Conversar com colegas, diretores, especialistas para constatar como eles veem a sua prática e acatar sugestões de melhoria.
Fazer auto-avaliação e reflexão sobre sua prática, utilizando o resultado da sua turma nas avaliações externas como parâmetro.
Mudar suas estratégias de ensino a partir das avaliações da sua prática, dos resultados da escola e dos seus alunos em avaliações externas e internas e outros tipos de feedback..
Definir prioridades e adotar medidas de excelência em sua prática em sala de aula.
Submeter-se à Avaliação de Desempenho Individual (ADI), considerando-a como instrumento de alinhamento entre as metas individuais e as metas da escola.
Elaborar o Plano de Gestão do Desenvolvimento Individual (PGDI), juntamente com o Diretor da Escola, no primeiro mês de cada período avaliatório, em consonância com a necessidade de aprendizagem dos alunos, o seu desempenho nas avaliações internas e externas e o atingimento das metas da Escola.


quinta-feira, 7 de março de 2013

PARA FORTALECER OS MÚSCULOS

Meu marido ta naquela fase que vive cheio de iriquizias
Ai pediu pra pesquisar na net ,coisas para fortalecer os músculos.
Mas nada de academia
Então achei até uns sites interessantes,já salvei aqui pra ele ,se caso ele me peça de novo.
E vi esse artigo.
Ou seja ,vou começar a comer gelatina uai .
Já passei dos 50 a muito tempo
Uai ,quem sabe ainda tem jeito de alguma coisa aqui ficar recuperada


GELATINA: PARA FORTALECER OSSOS, TENDÕES, MÚSCULOS, LIGAMENTOS...
         
A gelatina é uma proteína purificada, de origem animal, isolada através da “quebra” parcial das proteínas do colágeno, encontradas naturalmente nos alimentos. O colágeno é uma proteína que participa da formação estrutural do nosso organismo, tecidos e ossos, e representa cerca de 33% do total de proteínas dos mamíferos.
A gelatina contém 18 aminoácidos, dos quais 9 essenciais entre os 10 que o organismo necessita, e que só conseguimos através da alimentação.A gelatina é de fácil digestão e utilização.É um alimento puro e é composta por cerca de 84% de proteínas, 2% de sais minerais e água. É livre de carboidratos e gorduras, assim como de colesterol ou purinas.
        Um organismo saudável necessita de colágeno para a manutenção do tônus muscular e de uma pele firme, com uma reposição diária de aproximadamente 1g por quilo de peso. Pesquisas mostram que, por volta dos 25 anos o organismo começa a diminuir a produção de colágeno em relação à necessidade constante dessa molécula no processo de rejuvenescimento e reparação celular.

Retardar o envelhecimento
        Aos 50 anos, o corpo só produz em média 35% do colágeno necessário. Supõe-se que esta seja uma das principais causas do envelhecimento. Com a diminuição do colágeno, os músculos ficam frágeis e flácidos, diminui a densidade dos ossos, as articulações e ligamentos perdem a elasticidade e a força, a cartilagem que envolve as articulações fica frágil e porosa, com aspecto de esponja. Os cabelos perdem o viço, pois diminui a espessura do fio capilar. Alguns órgãos podem sofrer deslocamento e apresentar mau funcionamento. A pele fica mais fraca, desidratada e sem elasticidade, levando à flacidez e ao aparecimento de estrias, e também ao aumento da reserva lipídica.
        A mais importante propriedade da gelatina é sua capacidade de formar um gel, que quando misturado com a água pode passar do estado sólido para o liquido através do aquecimento e vive-versa quando resfriado. A gelatina é muito utilizada como agente de ligação em sobremesas, em aplicações farmacológicas.
        Nós já sabemos que a melhor forma de prevenir doenças é se alimentar bem e fazer exercícios com regularidade. Então, a reposição de colágeno através de alimentos como carnes, principalmente as vermelhas, pode auxiliar nesta prevenção. Para os que não são adeptos ao consumo de carnes, a industria alimentícia vem desenvolvendo produtos, como colágeno em pó ou liofilizado. Através da suplementação alimentar o organismo consegue de maneira significativa as quantidades e os benefícios do colágeno, o que é excelente para os vegetarianos, por exemplo.
        O colágeno permite que o organismo mantenha um equilíbrio na massa muscular e auxilia na utilização das reservas lipídicas e de açúcar, e quando associado ao exercício físico ajuda na diminuição da flacidez e no aumento da massa muscular. A ingestão diária de 10g de gelatina, por um período de no mínimo 8 semanas é recomendada para os benefícios propostos pelos pesquisadores.
        Novos estudos clínicos demonstraram aumento na mobilidade de todas as articulações e uma redução na dor em casos como artroses, com administração de gelatina hidrolisada por várias semanas (peso molecular 3000-8000 Daltons – expressa o grau de gelificaçao e firmeza de uma gelatina em particular).Esta aplicação correspondente é panteteada internacionalmente. Resultados de outros estudos mostram que a osteoporose pode ser permanentemente interrompida após administração de gelatina hidrolisada especial.
        No caso de cabelo fino, frágil, sem brilho e quebradiço, foi verificada uma melhora na estrutura do cabelo e um aumento de crescimento acima de 30% de fortalecimento de unhas, bem como a elasticidade da pele e fortalecimento dos tecidos conectivos.
        O fibrolasto é a célula que sintetiza colágeno, predominante na pele, ossos, cartilagens e tendões, e dá sustentação a pele. Por ser uma proteína fibrilar do tecido conjuntivo, tem como principal função impedir a deformação dos tecidos, mantendo sua forma estrutural.
 As conclusões da pesquisa
         Aqui vão os principais resultados de pesquisas feitas internacionalmente sobre o uso da gelatina para a saúde:
         è A ingestão diária de gelatina permite melhorar a hidratação da pele, especialmente quando associada  a elementos como cálcio;
         è A ingestão diária de gelatina aumenta o crescimento e propicia uma melhoria acentuada na aparência dos cabelos, como redução significativa da seborréia, entre outros efeitos positivos;
         è Fortalecimento das unhas com doses diárias de gelatina, principalmente se associada ao consumo de vitaminas no complexo B;
         è Melhora significativa da mobilidade e  redução da necessidade de analgésicos em pacientes artríticos, pela ingestão durante dois meses;
         è Ganhos antropométricos e motores significativos em esportistas, pela ingestão diária de 10g de gelatina hidrolisada durante 4 meses.
         O que tiramos disso tudo é que vale a pena suplementar com a gelatina hidrolisada, encontrada nas principais lojas de produtos naturais ou especializadas, como uma fonte extra de proteína animal, que só traz benefícios, principalmente para os que não consomem fontes alimentares animais com regularidade. Só o fortalecimento de ossos, tendões, ligamentos e músculos, tão importantes na vida dos esportistas, já faz valer a pena tentar.

FONTE: REVISTA CONTRA RELÓGIO

FAÇA EM CASA

AMARULA GENÉRICA 
Ingredientes: 
750ml de Conhaque
1 lata de creme de leite
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de leite em pó
2 colheres de sopa de chocolate em pó
MODO DO FAZER:
1. Bater tudo no liquidificador
2. Servir gelado

VEJA MULTI-USO
Ingredientes:
Água, vinagre, amônia líquida (amoníaco), bicarbonato de sódio e ácido bórico.
Preparo:
Em um litro de água morna (cerca de 45º C), coloque uma colher de sopa de vinagre, uma colher de sopa de amoníaco, uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de bórax ou ácido bórico.

SABÃO A PARTIR DO ÓLEO DE COZINHA
Material:
5 litros de óleo de cozinha usado
2 litros de água
200 mililitros de amaciante
1 quilo de soda cáustica em escama
Preparo:
Coloque a soda em escamas no fundo de um balde cuidadosamente
Coloque, com cuidado, a água fervendo
Mexa até diluir todas as escamas da soda
Adicione o óleo e mexa
Adicione o amaciante e mexa novamente
Jogue a mistura numa fôrma e espere secar
Corte o sabão em barras
ATENÇÃO: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.

AMACIANTE GENÉRICO.
5 litros de água fria
1 litro de água quente ( sem ferver )
2 colheres ( sopa ) de glicerina liquida
1 garrafinha de leite de rosas
1 sabonete lux luxo branco ou dove

Esquente bem 1 litro de água ( sem ferver ), desligue o fogo e coloque o sabonete ralado.
Tampe e deixe algumas horas para amolecer.
Depois volte a panela no fogo baixo mexendo delicadamente sempre sem deixar ferver para derreter totalmente.
Despeje num balde e acrescente a glicerina, o leite de rosas e os 5 litros de água fria
Misture e engarrafe.
Observação : Na hora que se faz fica líquido, mas no dia seguinte fica bem cremoso. Se quiser, acrescente gotas de essência ou colônia para bebê.

TORTA DE MAÇA DO MC DONALDS

Ingredientes:
Para o recheio:
- 3 maçãs Fuji cortadas em fatias finas
- œ xícara (chá) de açúcar
- 4 xícaras (chá) de água (para cozinhar as maçãs)
- Suco de œ limão
- 1 colher (chá) de canela em pó
- 4 colheres (sopa) de amido de milho
- 1 xícara (chá) de água para dissolver o amido
Opções de recheio:

- banana (substitua as maçãs por 3 bananas nanicas - 1 colher de sopa)
- Queijo minas e goiabada ("Romeu e Julieta")
- Doce de leite com queijo (1 colher sobremesa de doce de leite e 1 colher de sobremesa de queijo minas ralado)

Montagem:
- Massa de pastel pronta
- Recheio frio
- Clara para pincelar as laterais
- Canela e açúcar para polvilhar

Opção de formato:
Corte um retângulo de 14 cm x 10 cm .
Passe clara nas bordas e coloque o recheio no sentido do comprimento da massa.
Enrole a massa no modelo que desejar (palitos, triângulos, etc)
Modo de preparo

Para o recheio:
Numa panela, coloque as maçãs, o açúcar, a água, o limão e a canela.
Deixe cozinhar por cerca de 30 min.
Acrescente, aos poucos, o amido de milho dissolvido na água.
Deixe esfriar.
Montagem:
Coloque o recheio já frio na massa.
Pincele as laterais com a clara e feche bem.
Frite em óleo não muito quente e polvilhe açúcar com canela.


FRANGO FRITO DO KFC
Temperar:
. 6 coxas e 6 sobrecoxas de frango em temperatura ambiente (*)
. alho/sal e pimenta vermelha - amassados juntos (faça uma pasta)
(*) o frango não deve estar gelado para não estourar quando fritar
Empanar:

Três travessas com
A) 1 kg de farinha de trigo temperada com: sal, e pimenta calabresa seca a gosto
B) 500 g de farinha de milho amarela triturada grosseiramente
C) 400 g de cereal de milho (triturado no liquidificador)
. 4 ovos batidos com um pouco de água
Para fritar:
. óleo para fritura
. água
Modo de preparo:
Tempere os pedaços de frango com a pasta feita com o alho, sal e pimenta. Deixe por 30 minutos.
1) Passe na farinha de trigo temperada
2) Retire o excesso de farinha de trigo e passe:
pelos ovos batidos
pela farinha de milho (apertando com as mãos)
Deixe descansar por 10 minutos.
3) Retire o excesso de farinha de milho e passe:
pelos ovos batidos novamente
pelo cereal de milho (apertando com as mãos)
Deixe descansar mais 10 minutos
Fritar:

Aqueça óleo suficiente para cobrir os pedaços de frango ( 130 a 140ºC), frite aos poucos ( 2 a 3 pedaços de cada vez), virando-os até dourar. Tampe a panela, afaste um pouco a tampa (uma frestinha), despeje 1 colher (sopa) de água e feche. Cuidado com a pressão da espuma feita pelo óleo e a água.

Repita o processo quando ouvir o chiado forte do óleo, até cozinhar o frango(uns 30 minutos).

KETCHUP HEINZ
Ingredientes:
- 5 kg de tomates maduro
- 200 g de pimentão vermelho sem semente
- 800 g de cebola
- 2 dentes de alho
- 1 colher de chá de pimenta do reino em grão
- 1 colher de chá de pimenta da Jamaica
- 1 colher de chá de cravo
- 2 ramas de canela em pau
- 1/2 colher de chá de mostarda em pó
- 4 colheres de sopa de açúcar mascavo
- 6 colheres de sopa de açúcar
- 1 colher de chá de sal
- 2 xícaras de vinagre branco.

Modo de preparo:

Corte os tomates e o pimentão. Bata-os no liquidificador ou processador e peneire para retirar as sementes e a casca. Volte ao liquidificador e bata com a cebola. Coloque o tomate, o pimentão e a cebola batida em uma panela e cozinhe em fogo baixo até reduzir em um terço do volume inicial. Em outra panela, misture o vinagre com o alho, a pimenta do reino, a pimenta da Jamaica, a canela e o cravo e cozinhe em fogo baixo por meia hora, deixando que os temperos soltem o seu sabor. Coe esse vinagre e acrescente metade da quantidade à panela dos tomates. Acrescente também a mostarda em pó, o açúcar e o sal. Ajuste os temperos ao seu paladar e se necessário acrescente mais vinagre, açúcar ou sal. Deixe esfriar, bata de novo no liquidificador e guarde em um recipiente limpo na geladeira.

MANDIOPÃ GENÉRICO

Ingredientes:
- 1 xícara (chá) de fubá de milho
- 2 xícaras (chá) de caldo de frango (2 tabletes de caldo de frango dissolvidos em 2 xícaras de chá de água)
- sal a gosto
- 250 g de polvilho azedo
- 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
- fubá para polvilhar
Variações de sabores: - 2 colheres (sopa) de alho frito / ou tomate seco processado / ou azeitonas verdes processadas
- óleo para fritar
- sal para salpicar
Modo de preparo:
Numa panela em fogo médio coloque 1 xícara (chá) de fubá de milho e 2 xícaras (chá) de caldo de frango (2 tabletes de caldo de frango dissolvidos em 2 xícaras de chá de água) e sal a gosto e cozinhe, mexendo sempre, até formar um angu duro (+/- 5 minutos).
Transfira a massa para uma tigela, espere amornar e junte 250g de polvilho azedo e 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado. Amasse bem até formar uma massa lisa.
DICA: Nesta hora pode-se dar sabor na massa juntando alho frito, ou tomate seco processado, ou azeitonas verdes processados.
Divida a massa em três partes e faça 3 rolinhos.
Numa panela com água fervente cozinhe os rolinhos. Depois que eles boiarem, deixe cozinhar por mais 5 minutos.
Coloque os rolinhos cozidos numa fôrma forrada com pano e polvilhada com fubá. Passe fubá por todo rolinho.
Leve para geladeira por 4 horas ou até o dia seguinte.
Corte os rolinhos em fatias bem finas (corte com auxílio de uma faca ou fatiador de legumes), espalhe-as numa fôrma e leve ao sol por mais 3 horas.
DICA: as fatias de mandiopan também podem ser secas
- no forno pré-aquecido a 100º C por 2 horas (mexendo vez em quando);
- no microondas, colocando as fatias num prato sobre papel toalha, separadas umas das outras para não grudar por +/- 1 a 1 œ minuto.
OBS: Quanto mais secas ficarem as fatias, melhor será o resultado.
Numa panela com bastante óleo quente, frite as fatias. Salpique sal e sirva imediatamente
RENDIMENTO: 400 g de mandiopan (sem fritar)
Custo total da receita: R$ 4,00 a R$ 5,00 reais
OBS: O mandiopan industrializado vendido em lojas e mercadinhos rendem: 80 g (sem fritar) e custa R$ 4,00 a R$ 5,00 reais a caixa (com 80 g )

PRESTÍGIO GENÉRICO
Ingredientes:
- 400 g de coco seco ralado
- 1 lata de leite condensado
- 1 xícara (chá) de glucose de milho branca
- 8 colheres (sopa) de leite em pó
- 300 g de chocolate ao leite misturado com 300 g de chocolate meio amargo derretidos em banho-maria
Modo de preparo:
Numa tigela misture coco seco ralado, leite condensado, glucose de milho branca e leite em pó. Amasse bem.
Numa assadeira baixa e retangular ( 32 cm X 21 cm ), forrada com saco plástico, distribua a massa (feita acima). Leve para a geladeira por 2 horas. Retire da geladeira e corte barrinhas de 10 cm X 1,5 cm . Reserve.
Banhe as barrinhas de coco em chocolate ao leite misturado com chocolate meio amargo derretidos em banho-maria e disponha sobre papel-manteiga. Leve para gelar por 15 minutos apenas para secar o chocolate. Corte as sobras com o auxílio de uma faca pequena.
Rendimento: 40 unidades
Custo total da receita: R$ 8
NO MERCADO - 4 unidades custam: R$ 4,46 reais
NESTA RECEITA - 4 unidades custam: R$ 0,80 centavos


DORITOS GENÉRICO

Ingredientes:

- 4 ovos
- œ xícara (chá) de água
- 3 envelopes de tempero em pó vermelho
- 2 colheres (chá) de sal
- 4 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado (opcional para variar o sabor)
- óleo para fritar
- tempero em pó vermelho para polvilhar (opcional)

Modo de preparo:
Numa batedeira coloque os ovos, água, tempero em pó vermelho, sal e 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (reserve as outras 2 xícaras) e bata bem.
Dica: se desejar sabor de queijo no salgadinho, nesta hora, adicione queijo parmesão ralado e bata com os ingredientes que estão na batedeira.
Desligue a batedeira.
Numa superfície faça um monte com farinha de trigo, reservada acima (ainda resta œ xícara de farinha) e sobre a farinha coloque a massa da batedeira. Sove bem incorporando a farinha até que a massa desgrude das mãos e mantenha a textura mole e úmida.
Coloque dentro de um saco plástico e deixe descansar por +/- 10 minutos.
Reparta a massa em 4 partes. Numa superfície lisa, polvilhe AOS POUCOS o restante da farinha (œ xícara) enquanto abre cada parte da massa bem fino.
Dica: Quanto mais fina a massa for aberta, mais crocante o salgadinho vai ficar.
Com uma faca afiada ou cortador, corte pequenos triângulos de cada massa aberta.
Frite em óleo moderado (150 ºC a 160 ºC) até dourar.
Escorra em papel toalha e (se desejar) polvilhe um pouco de tempero em pó vermelho e misture delicadamente.

MAIONESE HELLMANS GENÉRICA
Ingredientes:

- 2 unidade(s) de ovo
- 2 colher(es) (sopa) de suco de limão
- 1 xícara(s) (chá) de óleo de soja Sadia
- quanto baste de sal
- 1 colher(es) (sopa) de mostarda

Modo de preparo:

Os ingredientes devem estar em temperatura ambiente. Misture os ovos, o suco de limão e a mostarda e bata por alguns segundos no liquidificador e deixe descansar alguns minutos. Ligue o liquidificador e adicione o óleo bem lentamente através do furo da tampa. Bata até atingir o ponto e acrescente o sal. Faça somente a quantidade necessária para o consumo imediato, não guarde mais do que um dia.
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ESFIRRA DO HABIB´S
Ingredientes:
(100 unidades)
2,5k de farinha de trigo;
30 a 32g de fermento biológico seco (Fleischmann);
250g de açúcar refinado;
250g de óleo de soja;
1 a 1 Œ l de água filtrada;
25g de sal refinado.
Recheio:
3,5k de patinho moído;
Tomate, cebola, tempero a gosto.
Modo de Preparo:
Misture a farinha com o fermento e o açúcar.Deixe descansar por 5 minutos. Adicione o óleo a água e o sal. Coloque a massa sobre uma superfície de mármore e sove-a até que fique com aparência homogênea. CoM uma faca corte tiras largas da massa. Depois, corte-a ao meio. Faça um rolo grosso. Tome como medida três dedos e corte a massa em pedaços iguais.Faça bolas e jogue sobre mesa com fubá. Utilizando três dedos, achate cada bola fazendo laterais altas (como um ninho de beiradas não muito altas).Deixe descansar por 10 a 20 minutos polvilhados com fubá.
Tempere a carne, misture com tomate sem pele e sem semente, com a cebola e temperos. Coloque uma pequena porção sobre cada disquinho de esfiha.Espalhe o recheio por igual e asse em forno preaquecido a 180º.
*Pode ter recheio de queijo tipo Minas.

MILK SHAKE DE OVOMALTINE DO BOB'S
INGREDIENTES:
3 colheres de sopa de ovomaltine
100ml de leite bem gelado
3 bolas de sorvete de creme
MODO DE FAZER:
Bata no liquidificador o leite e o sorvete por 1 minuto.
Acrescente o ovomaltine e bata até misturar. Não bata muito, senão o ovomaltine vai derreter.
Coloque em um copo grande e salpique mais um pouco de ovomaltine


DANONINHO GENÉRICO
INGREDIENTES:

500g de morangos limpos cortados ao meio
8 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sobremesa) de suco de limão
1 e meia xícara (chá) de leite bem gelado
1 lata de creme de leite bem gelado
200g de ricota
MODO DE FAZER:
Numa panela coloque os morangos, o açúcar, o suco de limão e ferva mexendo sempre por cinco minutos. Retire do fogo e coloque no liquidificador com o leite e o creme de leite, ambos bem gelados. Vá acrescentando a ricota aos poucos, batendo até formar uma pasta lisa um pouco mais mole que o Danoninho original (ao ir para a geladeira, seu Danoninho genérico ficará com a mesma consistência do original).

CATUPIRY

Ingredientes:
4 colheres (sopa) de amido de milho
100 g de queijo parmesão ralado
1 litro de leite
Modo de Fazer:
Numa panela, misture o leite com o amido de milho (dissolva o amido em um pouco de leite antes de misturar, para não empelotar). Leve ao fogo e faça um mingau. Retire do fogo e coloque o queijo ralado. Mexa bem e utilize.

SMIRNOFF ICE GENÉRICO
Ingredientes:
1 litro de vodka Natasha (se vc tiver grana sobrando, compre a Smirnoff)
2 litros de Sprite
1 envelope de Clight de limão
1 litro de água mineral com gás
É só misturar todos os ingredientes bem gelados. Rende o equivalente a 16 garrafinhas
Usando a Vodka Natasha, sai por cerca de 14 pratas (R$ 0,88 por garrafa). Usando a Smirnoff, 23 pratas (R$ 1,44 por garrafa) .


CAPETA

Ingredientes:
- 1 dose(s) de vodka
- 3/4 xícara(s) (chá) de leite condensado
- 1 colher(es) (sopa) de canela-da-china em pó
- 1 colher(es) (sopa) de mel
- 1 colher(es) (chá) de guaraná em pó
- 1 colher(es) (chá) de achocolatado em pó
- 4 pedra (s) de gelo
Preparo:
Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou na coqueteleira e bata. Coe e divirta-se.

PRETZEL

Massa:
* 2 tabletes de fermento biológico fresco ( 30 g )
* 2 colheres de sopa de açúcar refinado
* 4 xícaras de chá de farinha de trigo
* 1 xícara de chá de água morna
* 1 ovo
* 3 colheres de sopa de margarina
* 1 pitada de sal
Para cobertura:
* 1/2 xícara de chá de açúcar
* 1 colher de sopa de canela em pó
* Margarina derretida suficiente para banhar o pretzel
MODO DE PREPARO:
Massa:
1. Em um recipiente dissolva o fermento no açúcar.
2. Junte os demais ingredientes e amasse bem.
3. Cubra e deixe descansar por cerca de 30 minutos, até dobrar o volume.
4. Coloque a massa sobre uma mesa enfarinhada e faça 15 cordões de 1 cm de espessura e cerca de 50 cm de
comprimento.
5. Para fazer o formato de pretzel junte as 2 pontas no centro do cordão, dando duas voltas antes de apertar
bem.
6. Coloque em uma assadeira untada e enfarinha e deixe descansar por 15 minutos.
7. Antes de assar pincele ligeiramente com água.
8. Asse em forno médio pré-aquecido, por cerca de 10 minutos, ou até que fique dourado.
Cobertura:
1. Depois de assado, e ainda quente, banhe ligeiramente o pretzel na margarina derretida e polvilhe com o
açúcar e a canela.
2. Coma em seguida.
3. É delicioso se saboreado com alguém que você ama.


BIG MAC GENÉRICO

PÃO
5 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 tabletes de fermento fresco ( 30 gramas )
2 xícaras (chá) de água
2 colheres (chá) de sal
1 colher (sopa) de açúcar
2 colheres de margarina
2 colheres de sopa de sementes de gergelim

Junte o fermento com o açúcar. Acrescentar a água e misturar bem. Em um recipiente, colocar a farinha, os demais ingredientes e a mistura contendo o fermento. Sovar a massa por 5 minutos em superfície enfarinhada. Deixar descansar por 20 minutos. Dividir a massa em 24 pedaços e modelar os pãezinhos. Colocar em um tabuleiro untado e deixar crescer por, aproximadamente, 60 minutos ou até dobrar de volume. Povilhar com sementes de gergelim e levar ao forno moderado (190ºC) por, aproximadamente, 15 minutos. (no caso de fogões que não cheguem a essa temperatura, deixe por mais tempo) Eles estarão prontos quando você sentir um som de oco quando bater com os nós dos dedos sobre a superfície do pão.

HAMBURGER
800 g de carne moída
100 g de toucinho fresco bem moído
1 colher (sopa) de sopa de cebola em pó
1 dente de alho amassado
3 colheres (sopa) de semolina de trigo
3 colheres (sopa) de soja desidratada
Primeiramente hidrate a soja colocando-a de molho em 2 xícaras (chá) de água por meia hora. Depois escorra bem e coloque em uma tigela. Junte os demais ingredientes e misture bem. Modele a massa com a mão, deixando no formato de hambúrguer. Reserve. Frite, leve ao forno ou grelhe na chapa (se quiser, pode congelar).


DANETTE GENÉRICO

Ingredientes:
4colheres de sopa de maizena
6 colheres de sopa de chocolate em pó
1 litro de leite
1 gema
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite

Modo de fazer:
Misture todos os ingredientes, menos o creme de leite, e leve ao fogo até engrossar. Espere a mistura esfriar um pouco e bata na batedeira, juntando o creme de leite aos poucos.

REQUEIJÃO GENÉRICO
Ingredientes:
250g de ricota
100g de manteiga
500ml de leite fervendo (não é fervido... é fervendo, muito quente mesmo!)
1 colher de chá de amido de milho
1 colher de chá de sal
Modo de fazer:
Bata todos os ingredientes no liquidificador por 5 minutos (conte no relógio). Coloque em copos de requeijão e deixe esfriar antes de levar a geladeira. Fica igualzinho ao que você compra no supermercado. Se você não disser que foi você que fez, ninguém vai notar a diferença.

PIZZA HUT ORIGINAL
Molho
1 lata de molho de tomate (simples, sem tempero se possível sem sal).
1 colher de chá orégano
1/2 colher de chá. de manjerona
1/2 colher de chá Manjericão desidratado
1/2 colher de chá de sal de alho ( vendido em qualquer supermercado)
Misture todos os ingredientes e deixe descansar por 1 hora.
Massa
300 ml. água morna (40ºc)
1/4 de xícara de leite em pó desnatado
1/2 colher de chá de sal
4 xicaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de açúcar granulado
30g de fermento biológico
2 colheres de sopa de óleo vegetal (para massa)
250 ml. óleo vegetal (85 ml por pizza)
Butter-flavored Pam
Misture o fermento, açúcar, sal, e o leite em pó em uma vasilha grande. Adicione a água morna e misture bem. Deixe descansar por 2 minutos.
Acrescente o óleo e misture bem . Misture a farinha até a massa se formar e absorver a farinha. Coloque a massa em uma superfície lisa e sove por aproximadamente 10 min. Divida a massa em 3 bolas.
Coloque 80ml em cada uma das três assadeiras redondas de 23 centímetros para bolo, lembre-se de espalhar bem. Abra a massa em um disco de aproximadamente 23 centímetros . Coloque na assadeira com óleo. Passe um pouco de manteiga nas bordas da massa. Cubra com um prato e deixe descansar em uma área aquecida por aproximadamente 2 horas. .
PARA CADA UMA DAS PIZZAS:
Aqueça o forno a 250ºC.
Espalhe com uma colher 1/3 xícara de molho sobre a massa, deixando a borda sem molho(a mesma borda que vc tinha passado manteiga aproximadamente 2.5 cm da borda.
Distribua 50 gramas de queijo mussarela ralada sobre o molho.
Coloque os ingredientes do seu gosto: Pepperoni, presunto, frango com catupiry , vegetais, carnes. Faca o sabor que vc imaginar.
Cubra com 90 gramas de queijo mussarela
Asse até o queijo borbulhar e a massa da borda ficar bem dourada. Corte em seis pedaços e BOM APETITE.

BARRA DE CEREAIS

INGREDIENTES:
1 xícara (chá) de açúcar mascavo
1 xícara (chá) de aveia grossa
1 xícara (chá) de aveia média
1 xícara (chá) de aveia fina
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
150 g de margarina derretida
Meia xícara (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de nozes picadas
1 xícara (chá) de castanhas de caju trituradas

MODO DE PREPARO:
Numa tigela, misture o açúcar mascavo, a aveia grossa, a aveia média, a aveia fina, o bicarbonato de sódio, a margarina derretida, a farinha de trigo, as nozes picadas e as castanhas de caju. Com o auxílio de uma colher, misture bem os ingredientes até que a margarina seja bem absorvida pelos outros ingredientes. Numa forma retangular ( 18 cm x 28 cm ), sem untar, coloque a mistura apertando para que cubra toda a forma. Leve em forno pré-aquecido a 200ºC por 35 min. Retire do forno e deixe esfriar completamente. Desenforme, e, com o auxílio de uma faca de serra, corte a massa em quadrados no tamanho que desejar.

LEITE CONDENSADO

INGREDIENTES:
10 colheres de sopa de açúcar
1 copo grande de leite em pó
1/2 copo de água fervendo
1 colher de margarina sem sal

MODO DE PREPARO:
1. Bata tudo no liquidificador por 5 minutos.
2. Leve à geladeira por várias horas (mais ou menos 4 horas).
3. Obs: Esse substitui o original.

MC FRITAS
Ingredientes

- 1 kg de batatas
- sal a gosto
Modo de Preparo
Descasque as batatas e deixe de molho na água. Leve uma panela com água no fogo, e deixe ferver. Coloque aos poucos a batata de cada vez e ferva por 3 minutos. Retire-as e coloque-as na água fria, para parar o processo de cozimento ( por 3 minutos). Retire as batatas da água, e enxugue-as uma a uma. Congele em aberto. Depois de congeladas, coloques -as em sacos próprios para congelamento, bem fechados, e volte ao congelador. Frite as batatas ainda congeladas, em óleo bem quente até ficarem douradas!!!



CAPPUCCINO INSTANTÂNEO GENÉRICO

INGREDIENTES

300g de leite em pó instantâneo (integral ou diet)
100g de nescafé ORIGINAL
250g de açúcar ou 25 envelopinhos de aspartame (se vc quiser um capuccino diet)
2 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio

MODO DE FAZER

Misture todos os ingredientes e guarde em latas bem fechadas e protegidas da luz (não guarde em vidros)

FONTE:
COPIEI DO FACE DA FLÁVIA CRESPO

quarta-feira, 6 de março de 2013

COMO FAZER UMA RESENHA


RESENHA
Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.
O objetivo da resenha é guiar o leitor pelo emaranhado da produção cultural que cresce a cada dia e que tende a confundir até os mais familiarizados com todo esse conteúdo.
Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.
No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.
Tipos de Resenha
Até agora eu falei sobre as resenhas de uma forma geral e livre e esses dados são suficientes para você já esboçar alguns parágrafos.
Contudo, as resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática.

Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:
1.      Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;
2.      Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;
3.      Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;
4.      Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;
5.      Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.
6.      Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.
7.      Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.
8.      Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”

Na resenha acadêmica descritiva, os passos são exatamente os mesmos, excluindo-se o passo de número 5. Como o próprio nome já diz, a resenha descritiva apenas descreve, não expõe a opinião o resenhista.
Finalmente, na resenha temática, você fala de vários textos que tenham um assunto (tema) em comum. Os passos são um pouco mais simples:
1.      Apresente o tema: Diga ao leitor qual é o assunto principal dos textos que serão tratados e o motivo por você ter escolhido esse assunto;
2.      Resuma os textos: Utilize um parágrafo para cada texto, diga logo no início quem é o autor e explique o que ele diz sobre aquele assunto;
3.      Conclua: Você acabou de explicar cada um dos textos, agora é sua vez de opinar e tentar chegar a uma conclusão sobre o tema tratado;
4.      Mostre as fontes: Coloque as referências Bibliográficas de cada um dos textos que você usou;
5.      Assine e identifique-se: Coloque seu nome e uma breve descrição do tipo “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”.

Conclusão
Fazer uma resenha parece muito fácil à primeira vista, mas devemos tomar muito cuidado, pois dependendo do lugar, resenhistas podem fazer um livro mofar nas prateleiras ou transformar um filme em um verdadeiro fracasso.
As resenhas são ainda, além de um ótimo guia para os apreciadores da arte em geral, uma ferramenta essencial para acadêmicos que precisam selecionar quantidades enormes de conteúdo em um tempo relativamente pequeno.
Agora é questão de colocar a mão na massa e começar a produzir suas próprias resenhas!

FONTE: RECEBIDO POR E-MAIL ,GRUPO PROFESSORES SOLIDÁRIOS 

Mudei e moro aqui e acola

PREGUIÇA ESTAVA ESCREVENDO E SUMI TUDOOOOOOOOOOO QUE MEDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO AH  Eu estou ótima, vivendo aqui longe,  me amando ,me adoran...